Uma barbearia. Uma bancada. Um problema.
Numa barbearia clássica de bairro, um barbeiro conhecido pelos clientes como o Brabo das tesouras testava pomadas e ceras modeladoras nacionais e importadas em sua bancada. A bancada era exigente. As opções, não.
Pedro H. Bittencourt fazia questão de produtos de excelência. Mas nenhum atendia a um trabalho feito à mão, todo dia, em cabelo brasileiro.